Mais cinco encaminhamentos para concretizar o registro civil tardio (certidão de nascimento) de pessoas que ainda não possuem o documento foram feitos no último sábado (18/10) durante a segunda ação do projeto OAB vai à Rua Registro Civil Tardio, realizado pela Comissão de Direitos Humanos da Subseção local da Ordem. Com isso são dez pedidos feitos até agora nos dois encontros realizados pela Subseção da OAB no Fragata e no Areal.
O presidente Marco Aurélio Romeu Fernandes avalia como positiva as duas primeiras ações e reforça a importância do evento. Se levarmos em consideração o fato de a iniciativa ter sido realizada na zona urbana é excelente poder possibilitar a essas pessoas a chance de se tornarem cidadãos, obtendo o registro de nascimento, mesmo que tardiamente, comenta. O primeiro atendimento, no Ginásio do Areal, no último sábado (18/10), foi para a desempregada Janine Tavares que solicitou o registro civil para a única dos quatro filhos que não possui o documento, Janine, de dois anos.
Segundo a mãe, quando a menina nasceu ela não teve condições de fazer o documento e depois achava que precisava pagar, por isso nem se dirigiu ao Cartório. Ao saber da campanha que seria realizada na escola, Janine juntou os documentos que possui e a carteira de vacina da filha para providenciar o registro da menina. Acho que é importante ela ter a certidão, para ser gente, disse. No decorrer da tarde de sábado outros quatro atendimentos foram registrados.
OUTRAS AÇÕES – O projeto realizado pela Comissão dos Direitos Humanos da Subseção prevê a realização de mais duas ações. A próxima está marcada para o dia 8/11 na escola Leivas Leite (Três Vendas) e no dia 22, na escola Dom João Braga (Porto). O projeto OAB vai à Rua Registro Civil Tardio se assemelha à ação realizada pela Seccional da OAB no primeiro semestre deste ano.
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